Após usar Ubuntu por um bom tempo (e adorado!) o Arch Linux tomou seu lugar como menina dos olhos, uma distribuição enxuta, otimizada para os novos processadores e extremamente personalizável (característica que mais me chamou a atenção) tu instala o que tu quer e mais nada.
A filosofia do Arch (The Arch Way) é baseada no principio do KISS (Keep It Simple, Stupid), que resumindo quer dizer basicamente manter simples, transparente para o usuário, “funcionalidade sobre conveniência” e muito de “faça você mesmo”.
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O Ubuntu é uma distribuição linux que com certeza foi, em termos de popularidade, onde nenhuma distro já foi, conquistando/convertendo vários usuários que as vezes nem sabiam o que era linux.
Por um bom tempo usei o Ubuntu, foi ele que me convenceu a dar mais uma chance ao linux. Como sempre gostei de experimentar diversas vezes acabei “quebrando” o sistema de formas que meu conhecimento básico não me permitia arrumar então uma reinstalação se fazia necessária. E a cada 6 meses (o período entre novas versões do Ubuntu) baixava sempre a nova ISO, gravava-a em um cd e fazia uma instalação do zero (“fresh-install“).
Com o tempo cd’s e mais cd’s com diversas versões do Ubuntu e derivados como Kubuntu e Xubuntu foram acumulando, então após uma longa garimpada por fóruns e listas de discussões criei um “protocolo” para a instalação dos mesmos com o uso de um pendrive, que além de acabar com o “desperdicio” de cd’s traz um bom ganho de velocidade na já rápida instalação dos mesmo.
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