Logo que comprei meu notebook (Acer 6920G, aquele que eu ainda não fiz um review) e cheguei em casa, após o primeiro boot, instalação de todos os drivers e configuração automática do sistema (todo aquele blá blá blá básico de notebooks mudernos) o “sistema” me avisou que eu deveria fazer os “Discos de Recuperação“.
O negócio é o seguinte, antigamente quando se comprava um notebook/computador ele vinha cheio de manuais, quick starting guides, folhetos com instruções, certificados de autenticidade e garantia, cd da placa de video, cd com drivers da placa de som e placa de rede onboard, disquete com os drivers sata, cd do Windows® OEM, etc… Porém em mais uma tentativa capitalista de cortar custos e aumentar o lucro as grandes marcas começaram a usar uma nova tática: enviar tudo digitalmente “dentro” do HD, os manuais/certificados/guias agora são pdf e os drivers/Windows®/programas foram todos compactados nos famosos “Discos de Recuperação”, uma boa idéia que facilita muito para pessoas “menos entendidas”, mas para nós: “os entendidos” (hmmm) é só mais uma invenção escrota do homem.
Tenho visto por ai milhares de blogs escrevendo sobre o ano velho que está nos deixando, alguns felizes com suas realizações e outros xingando até a mãe (como se ano tivesse mãe) pela merda que foram os últimos ~363 dias e torcendo por um próximo ano melhor (ano que vem irão escrever difamando 2009 e esperando um 2010 melhor, em um ciclo sem fim), porém eu resolvi inovar! este ano, sendo o primeiro ano novo do incerteza.org, irei fazer uma retrospectiva do ano que vem!

Who need reasons when you've got heroin? - Renton
Acredito que hoje em dia grande parte das pessoas, desde um profissional do TI até um usuário doméstico com o mínimo de informação e conhecimento, que lidam com computador, tem como preferência no mundo dos browsers o Firefox.
É de se esperar que uma pessoa que trabalha com tecnologia use as soluções mais otimizadas disponíveis, mas é no usuário normal que o navegador da raposa causou grande impacto, trazendo luz a um assunto que era ignorado pelo usuário comum: a segurança, e talvez um dos maiores feito do Firefox não seja somente ser um bom browser, mas ser também um browser “da moda”.
Uma das grandes funcionalidades do Firefox são os complementos, pequenos (alguns nem tanto) plug-ins capazes de expandir as funcionalidades do browser de forma limitada somente pela imaginação dos desenvolvedores. Alguns plugins se tornam tão necessários no uso dos navegadores que chega a ser anti-produtivo usar o Firefox na sua forma “original”.
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Fazem aproximadamente 3 meses que eu estou “desenvolvendo” a intranet da empresa. Ela está hospedada em uma máquina própria onde também estão o F.A.Q. e o servidor CVS.
O micro servidor fica na minha mesa, ao lado do micro “de trabalho”, em um falso “Zaphod mode“, e como normalmente trabalho com os dois o fato de ter dois monitores dois teclados e dois mouse me deixava tonto. Foi ai que uma amiga me sugeriu o Synergy (valeu carol!).

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Um dos maiores inconvenientes para quem trabalha em dual boot de Linux e Windows é o acesso aos dados da partição de um sistema quando em outro.

Os usuários de Linux já contam a mais de um ano com uma versão estável e confiável do NTFS-3G, um driver open source que permite leitura e escrita em partições formatada com o sistema de arquivos NTFS da Microsoft que já vem instalada por padrão nas grandes distribuições.
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Após usar Ubuntu por um bom tempo (e adorado!) o Arch Linux tomou seu lugar como menina dos olhos, uma distribuição enxuta, otimizada para os novos processadores e extremamente personalizável (característica que mais me chamou a atenção) tu instala o que tu quer e mais nada.
A filosofia do Arch (The Arch Way) é baseada no principio do KISS (Keep It Simple, Stupid), que resumindo quer dizer basicamente manter simples, transparente para o usuário, “funcionalidade sobre conveniência” e muito de “faça você mesmo”.
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O Ubuntu é uma distribuição linux que com certeza foi, em termos de popularidade, onde nenhuma distro já foi, conquistando/convertendo vários usuários que as vezes nem sabiam o que era linux.
Por um bom tempo usei o Ubuntu, foi ele que me convenceu a dar mais uma chance ao linux. Como sempre gostei de experimentar diversas vezes acabei “quebrando” o sistema de formas que meu conhecimento básico não me permitia arrumar então uma reinstalação se fazia necessária. E a cada 6 meses (o período entre novas versões do Ubuntu) baixava sempre a nova ISO, gravava-a em um cd e fazia uma instalação do zero (“fresh-install“).
Com o tempo cd’s e mais cd’s com diversas versões do Ubuntu e derivados como Kubuntu e Xubuntu foram acumulando, então após uma longa garimpada por fóruns e listas de discussões criei um “protocolo” para a instalação dos mesmos com o uso de um pendrive, que além de acabar com o “desperdicio” de cd’s traz um bom ganho de velocidade na já rápida instalação dos mesmo.
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