
O gedit
O gedit está para o Gnome assim como o Notepad está para o Windows – Bem, apesar de que como o Notepad o gedit ser o editor padrão de um “Sistema Gráfico” essa comparação está bem longe de ser verdade.
Mesmo tendo um visual simples como sua contra parte proprietária o gedit contém diversas funções poderosíssimas como highlight de código, verificação ortográfica, interface com abas e a possibilidade de ser estendido com um sistema de plugins que possibilita até executar e debugar códigos diretamente dele, assim como outras habilidades.
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A temível linha de comando
Uma das características dos sistemas do tipo GNU/Linux é a capacidade de rodar vários emuladores de terminal, as populares interfaces textuais, simultaneamente.
O Ubuntu, por exemplo, por padrão disponibiliza seis consoles que podem ser acessados através dos comandos CTRL+ALT+F1 a F6, e um console gráfico acessado por CTRL+ALT+F7.
Apesar de que estes terminais utilizam pouca memória RAM e tempo de processamento, podemos facilmente desativar os 4 últimos terminais com o comando:
for f in /etc/init/tty[3-6].conf; do sudo mv "${f}" "${f}.disable"; done
Após reiniciar seu PC os terminais de 3-6 não estarão mais acessíveis. Este comando foi testado com sucesso nas últimas versões do Ubuntu e provavelmente funcionará em distribuições baseadas nele.
Conky é um leve monitor de sistemas, open source, feito para o X, ele coloca no seu desktop informações variadas sobre seu sistema como processamento, uso de memória e estatísticas de rede. A sua aparência pode ser configurada ao seu gosto através de sintaxe de variáveis você pode alterar em diversas maneiras como as informações são mostradas. Minha configuração:

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Semana passada foi disponibilizado para download a versão final do Ubuntu 9.04, também conhecido como Jaunty Jackalope, porém, além das usuais versões para Desktop e Servidores desta vez uma versão para Netbooks também foi lançada.

Aproveitando a ocasião resolvi fazer o que há muito minha namorada pedia e eu, preguiçoso, adiava: tirar o Windows XP do Acer Aspire One dela e colocar Linux.
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Já estão disponíveis para pedido no ShipIt os CD’s da próxima versão do Ubuntu (9.04 – Jaunty Jackalope). Oferecidos gratuitamente pela Canonical sempre que uma versão estável é lançada a abertura dos pedidos é sempre feita alguns dias antes de estar disponível para download.

As mídias vêm em uma capinha de papelão muito legal e bem feita e os CD’s têm grafia profissional. Eu costumo sempre pedir uns 10 que uso para apresentar o Ubuntu para amigos que ainda não o conhecem, porém a minha cópia sempre fica em um CD-R, gravado alguns minutos após o lançamento da imagem nos repositórios oficiais =D
O Ubuntu é uma distribuição linux que com certeza foi, em termos de popularidade, onde nenhuma distro já foi, conquistando/convertendo vários usuários que as vezes nem sabiam o que era linux.
Por um bom tempo usei o Ubuntu, foi ele que me convenceu a dar mais uma chance ao linux. Como sempre gostei de experimentar diversas vezes acabei “quebrando” o sistema de formas que meu conhecimento básico não me permitia arrumar então uma reinstalação se fazia necessária. E a cada 6 meses (o período entre novas versões do Ubuntu) baixava sempre a nova ISO, gravava-a em um cd e fazia uma instalação do zero (“fresh-install“).
Com o tempo cd’s e mais cd’s com diversas versões do Ubuntu e derivados como Kubuntu e Xubuntu foram acumulando, então após uma longa garimpada por fóruns e listas de discussões criei um “protocolo” para a instalação dos mesmos com o uso de um pendrive, que além de acabar com o “desperdicio” de cd’s traz um bom ganho de velocidade na já rápida instalação dos mesmo.
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